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MARÇO. MÊS INTERNACIONAL DA MULHER

Mulheres guerreiras

Elas têm o poder de matar um leão por dia, criam seus filhos praticamente sozinhas e cuidam da casa e do trabalho.

E neste mês você irá conhecer a história de algumas delas



 “A minha primeira filha tive com 18 anos, hoje ela esta com 23, o pai dela na ocasião não assumiu, e não tive nem apoio e nem auxilio da família dele. Já minha família me apoiou e me auxilio sempre, tirando meu pai que me rejeitou a gravidez inteira. Com o tempo ele virou referencia de pai para ela

Eu passei por uma fase bem difícil, pois ser mãe solo somos tachadas até dentro de nosso núcleo familiar e pela sociedade.


Quando minha filha tinha 9 meses, o pai dela faleceu, por isso não tem o sobrenome do pai. O que mais me choca é o julgamento da sociedade onde nos veem como culpadas pelo abandono paterno.


 Minha segunda filha, hoje com 16 anos, tive relacionamento com pai dela, casamos na Igreja, cartório, ele foi um bom pai, mas não durou muito, pois houve traição por parte dele!


Entrei na justiça contra ele para pagamento de pensão. Homens na sua grande maioria não dispõe de tempo para educação do próprio filho, mas a mãe tem tripla jornada se desdobra para fazer tudo pelo filho! Damos educação,  carinho, abdicamos nossa vida pela vida dos nossos filhos, mas ainda somos culpadas pelo abandono paterno!

Hoje vejo que é possível sim, pois criei e crio minhas filhas sozinha, não foi fácil aos trancos e barrancos consegui fazer uma faculdade para dar uma condição de vida melhor para as minhas filhas.


Hoje eu sei que venci, venci preconceito, venci manipulação, xingamentos e muitas outras coisas que já ouvi. Mas pior ouvir de mulheres será que ela sabe quem é o pai!?”  Ana Paula Souza Silva

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